Orquestra Sinfônica Brasileira
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A Orquestra > Diretor Artístico e Regente Titular[Diretor Artístico e Regente Titular]
ROBERTO MINCZUK
RegenteAntes de se tornar diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira em 2005, a primeira apresentação de Roberto Minczuk com a OSB aconteceu aos 14 anos de idade, substituindo o primeiro trompa, Zdenek Svab. Nos últimos anos, sua atuação à frente da orquestra rendeu-lhe vários prêmios, como a Medalha Pedro Ernesto e os prêmios Bravo de Cultura e Carioca do Ano.
É também o diretor artístico e regente titular da Filarmônica de Calgary e diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ocupou os postos de diretor artístico adjunto e regente associado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, da Sinfônica de Ribeirão Preto e regente titular da Sinfônica da Universidade de Brasília. Foi diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão durante seis anos.
Já regeu mais de oitenta orquestras em quatro continentes. Dentre elas, destacam-se as filarmônicas de Nova Iorque, Los Angeles e Israel; orquestras da Filadélfia, Cleveland e Minnesota; sinfônicas de San Francisco, St. Louis, Atlanta, Baltimore, Montreal, Toronto e Ottawa, dentre outras. Na Europa, regeu as sinfônicas da BBC de Londres, BBC de Cardiff e BBC Escocesa; as filarmônicas de Londres, Royal Liverpool, Oslo, Hallé, Rotterdam e das Rádios Holandesa e Nacional da Irlanda; as orquestras nacionais da França, Lyon, Bélgica, Lille, Royal National Scottish e a Sinfônica da Barcelona. Participou de uma bem-sucedida turnê com a Filarmônica de Londres nos Estados Unidos e regeu as últimas produções de Os Sete Pecados Capitais e O Vôo de Lindbergh da Ópera de Lyon na França e no Festival Internacional de Edinburgh. Em 2009, regeu a Filarmônica de Tóquio num programa inédito em todo o mundo, que incluiu o ciclo completo da Bachianas Brasileiras num único programa. Na temporada 2009-2010, voltou a reger as sinfônicas da BBC de Cardiff, Montreal e Utah; as nacionais de Lille, Bélgica e da Rádio da Irlanda, além de estrear frente às filarmônicas de Bergen e Helsinki.
Estreou nos Estados Unidos regendo a Filarmônica de Nova Iorque em 1998 e, em 2002, foi convidado a assumir o posto de regente associado, cargo pela última vez ocupado por Leonard Bernstein. Dentre os prêmios que recebeu nos últimos anos estão o Martin Segall, o Grammy Latino de Melhor Álbum Clássico com o CD Jobim Sinfônico, um projeto concebido por Mário Adnet e Paulo Jobim, o Emmy, o Prêmio Carlos Gomes, o APCA como Melhor Regente e o Prêmio TIM, estes últimos em 2006. Foi retratado no curta-metragem Introitus, produzido pela Amythos Films e veiculado no canal Bravo, no Canadá.
Com a Filarmônica de Londres, gravou pela Naxos obras de Ravel, Piazzolla, Martin e Tomasi; com a Osesp, pelo selo BIS, sete CDs que incluem a integral das Bachianas Brasileiras, danças brasileiras e Beethoven; quatro CDs com a Orquestra Acadêmica do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, com obras de Dvorák, Mussorgsky, Tchaikovsky, dentre outros. Com a Orquestra Sinfônica Brasileira, gravou um CD com obras do Pe. José Maurício Nunes Garcia, pelo selo Biscoito Fino e, com a Filarmônica de Calgary, lançou recentemente o primeiro CD do ciclo das Sinfonias de Beethoven, pelo selo da orquestra. No ano passado, assinou a Coleção Clássicos da Editora Abril, com quarenta e dois volumes.
Roberto Minczuk é casado com Valéria Minczuk e tem quatro filhos: Natalie, Rebecca, Joshua e Julia.