
Vencedor de diversos concursos no Brasil, foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 1985 e 1997, e em 2002 recebeu o Grammy Latino pela sua gravação de Piazzzolla com o Quarteto Amazônia. Em 1991, estreou na Europa como solista da Orquestra de Câmara de Berlim, sendo aclamado como “grande intérprete de Mozart” pelo jornal Berliner Morgenpost.
Ocupou por dez anos o cargo de diretor musical da Orquestra de Câmara Villa-Lobos, por dois anos o de diretor artístico e musical da Sinfônica de Campinas e regente da Orquestra de Câmara da Osesp. Atualmente é o diretor artístico e musical da Sinfônica de Ribeirão Preto. Em sua intensa atividade como regente, apresentou-se frente a algumas das mais importantes orquestras brasileiras, destacando-se as sinfônicas de Brasília, Curitiba, Nacional do Rio de Janeiro e do Estado de São Paulo.
Na temporada de 2004, regeu a Sinfônica de Campinas na ópera Lo Schiavo e os concertos de câmara da Osesp. Em 2005, esteve à frente da Orquestra das Américas, na Flórida, da Orkester Metropol, em Amsterdam, da Osesp, da Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, e das orquestras sinfônicas da Bahia e de Campinas, regendo esta última em Don Giovanni, de Mozart.
Em 2006, regeu a Orquestra de Avignon na França e a Orquestra de Câmara de Osaka no Japão. Em 2007, regeu a Sinfônica de Ribeirão Preto na ópera Rigoletto. Para 2009, tem concertos agendados no México, no Japão, na França, e no Brasil, com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro.