
Na atual temporada, apresenta-se com as filarmônicas de Nova Iorque e Los Angeles, a Sinfônica de San Francisco e as orquestras de Indianapolis, Pittsburgh, Montreal, Atlanta, Minneapolis, Seattle, Syracuse e Oregon. Seus compromissos internacionais incluem As Quatro Estações de Vivaldi com a Orquestra do Verbier UBS Festival em Atenas, Lisboa, Berlim e Munique. Também se apresentará em Paris, com a Orquestra Filarmônica da Radio France, no Wigmore Hall de Londres, na série Great Performers do Lincoln Center e numa turnê européia com a Orquestra de Minneapolis regida por Osmo Vanska.
Por mais de duas décadas, Joshua Bell tem encantado platéias em todo o mundo com sua interpretação empolgante e timbre de rara opulência. Aos quatorze anos de idade, ganhou notoriedade nacional numa estréia muito aplaudida junto à Orquestra da Filadélfia, conduzida por Riccardo Muti. A estréia no Carnegie Hall, o Prêmio Avery Fischer e o contrato com uma grande gravadora viriam apenas a confirmar sua presença no cenário musical. Hoje, está em casa tanto como solista, músico de câmara ou regente. Sua multifacetada curiosidade musical levou-o a novas direções, que lhe conferiram o título de “Superstar da música clássica”. Tem colaborações na música de câmara com nomes como Pamela Frank, Steven Isserlis e Edgar Meyer. Fora da música clássica, já dividiu o palco com artistas como James Taylor e Sting.
Filhos de pais psicólogos, Bell e suas duas irmãs cresceram numa fazenda em Bloomington, Indiana. Ainda criança, ele se arriscou em muitas outras paixões para além da música, tornando-se um especialista em jogos de computador e um atleta competitivo, o que o fez chegar em quarto lugar num torneio nacional de tênis. Recebeu sua primeira aula de violino aos quatro anos de idade e, aos doze, já levava a carreira de instrumentista a sério, sob a inspiração do violinista e pedagogo Josef Gingold, que se tornou seu professor e mentor.