
Como diretor artístico da RGE/Fermata foi o responsável pelo início das gravações de música clássica em gravadoras brasileiras. Recebeu o prêmio de melhor regente orquestral da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Lei Sarney como revelação na área de regência orquestral. Fundou em São Paulo a Orquestra Nova Filarmonia, que acompanhou Luciano Pavarotti, a Orquestra Nova Sinfonieta e a Orquestra de Câmara Da Capo.
Em 1995, foi eleito pela crítica carioca como o Músico do Ano e recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o Prêmio Estácio de Sá pelo seu trabalho com a OSB. De 2000 a 2003, foi diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró Música. Gravou com esta orquestra dois discos ao vivo no Theatro Municipal, dedicados à música brasileira: com Wagner Tiso interpretando ao piano suas Cenas Brasileiras e outro com os Choros n° 6 de Villa-Lobos e o Concerto para piano em Formas Brasileiras de Hekel Tavares, com o pianista Arnaldo Cohen.
Recebeu em 2002 o título de Cidadão do Estado do Rio De Janeiro, concedido pela Assembléia Legislativa por seus serviços prestados à cultura fluminense. Em 2003, foi eleito pela Academia Brasileira de Música para ocupar a cadeira de n° 05 (cujo patrono é o Pe. José Maurício Nunes Garcia). Em 2005, foi nomeado diretor artístico do Instituto Baccarelli, cujo patrono é o Maestro Zubin Mehta.