|  glossário  |

Você encontra, nesta área, um resumo das principais expressões utilizadas no universo da música. Um glossário preparado exclusivamente para você tirar as suas dúvidas. O material está separado por ordem alfabética. Para ter acesso ao nosso glossário e fazer sua consulta, clique na letra de seu interesse.

 

A A. Representação da nota lá na Grã-Bretanha e Alemanha.

ABERTURA. Peça que serve de introdução a uma ópera ou a outro tipo de composição ou espetáculo musical.

A CAPELLA (It.) Composição para vozes sós, sem acompanhamento instrumental.

ACCELERENDO (It.) Apressar o movimento, cada vez mais rápido.

ACENTO. Pequena acentuação da intensidade de uma nota ou de um acorde em relação às demais. Tem normalmente um sentido expressivo.

ACORDE. Emissão simultânea de três ou mais sons. Sobre os acordes incidem as leis da consonância e da dissonância que regem os mecanismos da Harmonia.

ADAGIO (It.) Uma das indicações mais antigas de andamento. Muito lento.

AD LIBITUM (Lat.) Livremente, à vontade, sem rigidez no tempo.

ALEATÓRIA, MÚSICA. Música escrita no pressuposto da intervenção fortuita do intérprete. Escreve-se geralmente com uma grafia própria, diferente da tradicional. Estilo que se desenvolveu depois da Segunda Guerra Mundial.

ALEMANDA. Allemande, em francês. Dança de origem alemã, em compasso de dois ou de quatro tempos. É geralmente a primeira peça da suite clássica.

ALLA MARCIA (It.) Em estilo de marcha.

ALLEGRETTO (It.) Diminutivo de allegro. Moderadamente vivo.

ALLEGRO (It.) Indicação de andamento: rápido. Originariamente indicava também caráter: alegre, festivo.

ALTERAÇÃO. Modificação de altura de uma nota. Sinal que indica a mudança.

ANACRUSE. Palavra derivada do grego com que se denomina a nota ou notas fracas que preparam o primeiro acento ou tempo forte de um ritmo.

ANDAMENTO. Grau de velocidade que se imprime à execução de uma obra. Indica-se com palavras como adágio, lento, allegro, etc. Este termo designa também cada uma das partes completas de uma sonata, sinfonia, concerto etc.

ANDANTE (It.) Indicação de andamento: tranqüilo, sem precipitação, como a passo. Diminutivo de andante.

ANDANTINO (It.) Indicação de movimento.

ANTÍFONA. Canto em que intervêm dois coros alternadamente.

APOJATURA. Ornamento melódico que apoia uma parte forte da melodia.

ARABESCO. Fragmento curto muito ornamentado. Em coreografia, uma das posições da dança acadêmica.

ARIA (It.) Composição estruturada para uma só voz (ou instrumento), com acompanhamento instrumental. Figura geralmente nas óperas e oratórios.

ARMAÇÃO. Sustenidos ou bemóis colocados no princípio do pentagrama, imediatamente a seguir à clave. Indicam a tonalidade em que o fragmento está escrito.

ARPEJO. Execução sucessiva das notas de um acorde.

ASSAI (It.) Termo italiano que pode acompanhar uma indicação de andamento e significa "muito".

ATONALIDADE. Suspensão da tonalidade, ausência da referência de uma nota fixa (tônica). Ver Dodecafonismo.

AUMENTADO, INTERVALO. Intervalo meio-tom mais alto do que o maior ou exato, ou seja, que o intervalo tipo.

AUMENTO. Ampliação do valor de um fragmento tomado como antecedente. É um dos artifícios do contraponto.

 

B B. Representação da nota si na Grã-Betanha e do si bemol na Alemanha.

BAGATELA (It.) Curta peça de música leve, sem pretensões, freqüentemente para piano.

BAILADO. Espetáculo coreográfico criado na corte francesa durante o século XVI. Converteu-se posteriormente num gênero eminentemente teatral.

BAIXO. A voz masculina mais grave e o membro mais grave de uma família de instrumentos.

BAIXO CIFRADO. Escrita abreviada dos acordes por meio de cifras, a partir do baixo. Faz parte do ensino acadêmico da Harmonia e esteve particularmente em voga durante o século XVII e XVIII.

BALADA. Composição baseada num tema popular de caráter dramático. Pode revestir a forma de canção narrativa ou de peça puramente instrumental.

BANDA. Agrupamento de instrumentos de sopro (madeira e metal) e de percussão. Devido à sua intensidade sonora, torna-se especialmente indicado para as execuções ao ar livre.

BARCAROLA. Composição curta, típica dos gondoleiros venezianos, de caráter sentimental e de andamento moderado, com característico ritmo balanceado.

BARÍTONO. Registro médio da voz masculina, situado entre o tenor e o baixo. Aplica-se igualmente a denominação ao correspondente registro instrumental.

BARRA. Linha divisória que separa os compassos entre si, quando simples (barra de compasso), ou assinala o termo de um trecho musical, quando dupla (barra dupla).

BEL CANTO (It.) À letra, canto belo. Estilo de canto utilizado sobretudo nas óperas italianas dos séculos XVII e XVIII. Significa atualmente virtuosismo vocal.

BEMOL. Alteração que baixa de meio-tom a nota em frente da qual se encontre.

BEMOL DUPLO. Sinal que indica a descida de dois semitons da nota que o segue.

BEQUADRO. Sinal que anula qualquer alteração (sustenido, bemol) anterior.

BERCEUSE (Fr.) Canção de berço, com ritmo de embalar; acalento.

BINÁRIO, FORMA. Forma medieval simples, em duas partes.

BLUES (Ing.) Música popular dos negros americanos que se desenvolveu nos Estados Unidos durante os séculos XIX e XX.

BOLERO. Dança espanhola. É normalmente acompanhada ao violão.

BOURRÉE. (Fr.) Antiga dança francesa em compasso de dois tempos e andamento animado.

 

C. Representação da nota dó na Grã-Betanha e Alemanha.

CADÊNCIA. Combinação de acordes que dividem as frases da música entre si e produzem o efeito da pontuação na escrita. Passo de brilhante virtuosismo solista que se introduz durante a interpretação de uma obra, geralmente no fim, para mostrar a habilidade técnica do executante.

CÂMARA, MÚSICA DE. Música destinada a uma pequena sala de concertos, geralmente composta para um reduzido grupo de instrumentos solistas.

CANÇÃO. Pequena composição vocal, com texto em versos.

CÂNONE. Composição para várias vozes (ou instrumentos), na qual as diferentes vozes (ou instrumentos) interpretam a mesma melodia, começando, no entanto, cada uma depois da outra, segundo intervalos determinados.

CANTABILE (It.) A letra, cantável; em sentido figurado, com expressão. Indicação do caráter melódico de determinado fragmento.

CANTATA (It.) Composição para uma ou mais vozes com acompanhamento instrumental. Compõem-se de várias partes (recitativos, árias, coros) e pode ser dramática, religiosa etc.

CANTILENA. Obra vocal de estrutura muito simples e caráter lírico.

CANTO. Emissão de sons musicais por meio da voz.

CANTUS FIRMUS (Lat.). Melodia fixa, de valores regulares, sobre a qual se desenvolvem várias linhas melódicas.

CAROL (Ing.) Vilancico inglês a várias vozes.

CAVATINA (It.) Pequena composição num único tempo que nas óperas italianas servia para apresentar a personagem que a cantava.

CHACOINA. Variações sobre um desenho melódico na parte grave, que se repete incessantemente, embora sempre com roupagem diferente. Deriva de uma antiga dança de tempo moderado. Parece derivar da antiga chacota peninsular. É sinônimo de passacalha.

CHEFE DE NAIPE. Músico líder do naipe responsável por sua integração com a orquestra e pela execução de solos e primeiras partes.

CLAVE. Sinal que se coloca no princípio da pauta musical e dá o nome a situação de registro às notas, de acordo com o lugar que ocupa nas linhas do pentagrama. Existem três claves: a de sol (tessitura aguda), a de dó (tessitura média) e a de fá (tessitura grave).

CLUSTER (Ing.). À letra, racimo ou ramo. Este termo emprega-se na música contemporânea para designar grupos de notas que se preenchem cromaticamente um determinado âmbito e são executados simultaneamente.

CODA (It.). À letra, cauda. Parte acrescentada no fim de uma composição para confirmar a sua conclusão.

COLCHEIA. Figura de nota cuja duração eqüivale a oitava da semibreve.

COMPASSO. Medida que se toma como unidade para dividir uma obra musical em fragmentos de igual duração. Na partitura, cada uma destas partes separa-se da seguinte com uma barra vertical chamada barra de compasso.

CON BRIO (It.). Com energia.

CONCERTANTE, SINFONIA. Composição para um ou vários instrumentos solistas inspirada no concerto grosso.

CONCERTINO (It.). Violinista encarregado de executar os solos e fragmentos mais importantes escritos para o violino numa orquestra. O violino concertino é, além disso, o alter ego do maestro.

CONCERTO GROSSO. CONCERTO. Composição em que um instrumento solista, tratado com virtuosismo, se opõe ao conjunto da orquestra.

CONCERTO GROSSO (It.) Concerto antigo, geralmente em quatro ou cinco andamentos, baseado na oposição entre a orquestra e um grupo escolhido de solistas que se denomina concertino.

CONCRETA, MÚSICA. Música construída a partir de sons ou ruídos produzidos por objetos concretos ou escolhidos ao acaso e que, ao evoluir, são modificados e ordenados por aparelhos elétricos, razão por que só existe sob forma de gravação.

CONSONÂNCIA. Combinação de dois ou mais sons emitidos simultaneamente, produzindo uma sensação de equilíbrio ou repouso.

CONTRALTO. O registro mais grave da voz feminina ou infantil. Por extensão, o registro correspondente em algumas famílias de instrumentos.

CONTRAPONTO. Técnica da composição musical que consiste em sobrepor linhas melódicas diferentes. Na sua origem foi vocal e, portanto, intimamente ligada à natureza da voz.

CONTRA-SUJEITO. Contramotivo, linha acompanhante do tema ou sujeito de uma fuga.

CORAL. Como adjetivo, relativo ao coro. Em sentido histórico, hino protestante criado por Lutero para ser cantado pelo povo. Transcrição para órgão deste hino.

CORO. Conjunto de cantores. Composição destinada a este conjunto.

CORRENTE. Courante, em francês. Danças aristocráticas, em compasso de três tempos. Foi uma das peças principais da suíte clássica.

CRESCENDO (It.). Aumentando gradualmente a intensidade do som.

CROMÁTICA, ESCALA. Escala em que, entre os sete graus da escala diatônica, se intercalam os cinco meios-tons obtidos pelo emprego de alterações acidentais. Estes semitons chamam-se cromáticos.

CZARDA. Dança popular húngara. Consta de uma parte lenta e outra rápida.

 

D. Representação da nota ré na Grã-Bretanha e na Alemanha.

DA CAPO (It.). Expressão que indica que determinado trecho se deve repetir desde o princípio.

DEDILHAÇÃO. Utilização dos dedos ao tocar um instrumento. Indicação colocada sobre uma nota para indicar que dedo deverá ser usado.

DESCRITIVA, MÚSICA. Música que procura imitar os sons da natureza com meios estritamente musicais.

DIAPASÃO. Aparelho que se utiliza para afinar os instrumentos e a entoação da voz. Emite um som cuja freqüência, aceita internacionalmente, é de 440 vibrações por segundo.

DIATÔNICA, ESCALA. Composta por sete notas (considera-se que a oitava é a mesma que a primeira). Ver Maior, Escala, e Menor, Escala.

DIATÔNICO. Sistema tonal que utiliza unicamente as sete notas da escala. Sistema de escala composto por dois tetracórdios.

DIMINUENDO (It.). Enfraquecendo gradualmente a intensidade do som.

DIMINUIÇÃO. Redução do valor das figuras de um trecho tomado como antecedente. É um processo de contraponto.

DINÂMICA. Graduação de intensidade do som. Tem grande importância como matiz expressivo no caráter de uma frase musical.

DISSONÂNCIA. Combinação de sons simultâneos não consonantes, ou seja, cujo efeito provoca uma sensação de choque e instabilidade, que reclama resolução para um intervalo ou acorde de repouso.

DIVERTIMENTO (It.) Composição instrumental de caráter ligeiro e fácil, semelhante à suite. Na fuga, é sinônimo de episódio.

DÓ. Nome que nos países latinos se dá à primeira nota da escala de dó maior (antigamente, ut), correspondente nos países anglo-saxões a C.

DODECAFONISMO. Sistema de composição baseado na totalidade da escala cromática. No que respeita à melodia, à harmonia e ao contraponto., recusa as bases admitidas pelo sistema tonal tradicional e as substitui por novas convenções.

DOMINANTE. Quinto grau da escala diatônica. É a nota mais importante depois da tônica.

DRAMA LÍRICO. Ópera de grande envergadura, em que a massa orquestral adquire igual ou maior importância do que as vozes.

DUO. Conjunto de dois instrumentos ou de duas vozes, sendo no último caso mais própria a designação de dueto. Composição escrita para este conjunto.

 

E. Representação da nota mi na Grã-Bretanha e na Alemanha.

ECO. Reflexão do som por um corpo sólido. Chama-se também eco ao efeito semelhante, obtido por imitação entre instrumentos ou vozes num trecho musical.

ELETRÔNICA, MÚSICA. Música realizada com sons produzidos e tratados por processos eletroacústicos, diferentemente da música concreta, que, teoricamente, consiste no tratamento e gravação de sons já existentes.

ENARMONIA. Relação entre duas notas separadas por um intervalo de, aproximadamente, uma nona parte de tom e que, um instrumento de teclado temperado, se confundem. Por exemplo, no piano, uma mesma tecla emite o dó sustenido (dó elevado meio-tom) e o ré bemol (ré baixado meio-tom), enarmônicos um em relação ao outro.

ENTOAR. Produzir um som musical determinado, cantar afinadamente.

EPISÓDIO. Tema secundário que liga duas idéias musicais e serve de transição. Por vezes, como na forma sonata, designa-se por ponte. Chama-se também divertimento, especialmente na fuga.

ESCALA. Sucessão dos sons de um modo ou de uma tonalidade. Ver Maior, Escala.

ESCOCESA. Antiga dança de origem escocesa, de que se encontram vestígios em França durante o século XVIII.

ESTRIBILHO. Desenho melódico que se repete regularmente em certas obras populares, refrão. Aparece na forma rondó da sonata clássica.

ESTUDO. Composição destinada a desenvolver ou mostrar a técnica de um instrumento.

EXPOSIÇÃO. Na forma sonata, parte do andamento durante a qual são apresentados os temas principais. Na fuga, apresentação do sujeito por todas as vozes, sucessivamente.

 

F. Representação da nota fá na Grã-Bretanha e na Alemanha.

FÁ. Nome da quarta nota ou subdominante na escala de dó maior.

FALSETE. Voz formada a partir da laringe, quando se canta fora do registro normal. Também se chama voz de cabeça, para se distinguir da voz de peito ou normal. É mais aguda que a voz de peito.

FANDANGO. Dança ou canto espanhol de movimento e caráter alegres, escrito em compasso de três tempos. Em Portugal, toma uma feição própria, apenas dançada. No Sul do Brasil assume a feição de baile popular, sobretudo rural, ao som da viola ou da sanfona, onde se executam várias danças de roda e sapateados, alternadas com estrofes cantadas, durante as quais a dança é interrompida.

FANFARRA. Agrupamento de sopro composto apenas por instrumentos de metal. Composição escrita para este tipo de agrupamento.

FLAMENCO. Tipo de canção e dança espanholas. A expressão designa também a música de acompanhamento com a viola ("guitarra" em castelhano).

FOLIA. Antiga dança de origem ibérica, muito freqüente nos festejos populares em Portugal, e depois glosada pelos violinistas do século XVIII.

FORMA. Concepção ou plano de uma composição musical.

FRASE MUSICAL. Uma das partes principais constitutivas do período musical; distingue-se das restantes por uma pontuação cadencial e subdividi-se por sua vez, em membros, motivos e células. Corresponde à oração na sintaxe gramatical.

FRÓTOLA (It.) Canção polifônica italiana dos séculos XV e XVI, anterior ao madrigal.

FUGA. Composição contrapontística baseada no princípio da imitação, em que os temas parecem fugir, ou, mais exatamente, perseguir-se. A sua estrutura básica é a seguinte: exposição, ou entrada em vozes sucessivas do tema ou sujeito; resposta, baseada na conjunção do tema e do contra-sujeito, elemento que o acompanha em cada um dos seus aparecimentos (o desenvolvimento é aligeirado por episódios construídos a partir de elementos do tema) e finalmente, estreto (stretto) ou conclusão, em que reaparecem os principais elementos da exposição, de forma cada vez mais cerrada.

FUSA. Figura equivalente a metade da semicolcheia ou a 1/32 da semibreve. É uma das figuras de valor mais curto.

 

G. Representação da nota sol na Grã-Bretanha e na Alemanha.

GALHARDA. Antiga dança francesa de ritmo ternário e movimento vivo.

GAVOTA. Dança francesa de movimento moderado em compasso de dois tempos.

GEBRAUCHSMUSIK (Al.). À letra, música para ser utilizada. Música escrita por certos compositores de princípio do século XX, baseada na linguagem popular, com o fim de poder ser compreendida por um máximo de pessoas.

GIGA. Antiga dança inglesa de movimento vivo e caráter popular. É uma das peças principais da suíte clássica.

GIOCOSO (It.). Brincalhão, alegre.

GLISSANDO (It.). À letra, resvalando. Nos instrumentos de arco, é o efeito resultante do deslizar do dedo sobre a corda. Nos de teclado ou na harpa, o percorrer veloz, num só traço, das teclas ou das cordas. Na voz, chama-se portamento.

GRAVE. Registro mais baixo da voz ou de um instrumento. Andamento lento e solene.

GRAZIOZO (It.). À letra, com graça.

GREGORIANO, CANTO. Forma de canto litúrgico próprio da igreja católica romana, cujas melodias monódicas foram mandadas recolher e ordenar pelo papa Gregório I do século VI.

 

H. Representação do si natural na Alemanha.

HABANERA. Canção e dança de compasso binário, típica da ilha de Cuba.

HARMONIA. Ciência da formação e encadeamento dos acordes que obedecem às leis da tonalidade. Têm nela papel fundamental o sentido da consonância (acordes perfeitos) e o da dissonância (acordes que exigem uma resolução e criam um dinamismo).

HARMÔNICOS. Conjunto de sons suplementares originados pela ressonância de um som fundamental. Chama-se também harmônico um efeito particular do som, que se consegue nos instrumentos de corda.

HEXACÓRDIO. Série ascendente ou descendente de seis notas em que se baseava o sistema musical utilizado até o século XVII.

HINO. Cântico, ode ou poema de invocação, que se canta na igreja. Canto patriótico.

HOMÓFONO. Adjetivo que designa a música executada em uníssono ou à oitava, por oposição à música polifônica. Também se aplica à música em que domina a melodia.

HORNPIPE (Ing.). Antiga dança popular inglesa.

 

IMITAÇÃO. Artifício polifônico, em que uma voz reproduz uma frase ou motivo exposto previamente por outra.

IMPROMPTU. Improviso. Do latim in promptu: prontamente, sem preparação. Pequena peça com certo caráter de improvisação, por isso chamada improviso.

IN NOMINE (Lat.). À letra, em nome de. Composição em contraponto, inglesa, dos séculos XVI e XVII.

INSTRUMENTAÇÃO. Estudos das técnicas e das propriedades expressivas dos instrumentos, preliminar à orquestração.

INTERMEZZO (It.). Pequena peça instrumental, de recorte livre, destinada originalmente a preencher tempo entre dois atos de uma obra.

INTERVALO. Distância entre dois sons em função da sua altura.

INTRODUÇÃO. Trecho musical curto e geralmente lento, que antecede, em freqüência, o primeiro andamento de sonata, ou formas paralelas, quarteto, sinfonia, etc.

INVENÇÃO. Nome dado durante os séculos XVII e XVIII a pequenas peças contrapontísticas a duas e três vozes, cujo interesse consistia em desenvolver uma curta célula inicial, nitidamente caracterizada no seu ritmo e contorno melódico.

 

JAZZ. Tipo de músi