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  • Orquestra Sinfônica Brasileira

Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem se apresenta na Sala Cecília Meireles, dia 8 de outubro

Sob regência do maestro Anderson Alves, grupo retorna ao palco da Sala Cecília Meireles


No dia 8 de outubro, a Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem subirá novamente ao palco da Sala Cecília Meireles, sob regência do maestro Anderson Alves. A orquestra jovem interpretaá com obras de Ewald, Villani-Côrtes, Beethoven e Piazzolla, partindo, então, para a música popular brasileira, com nomes como Chiquinha Gonzaga, Tom Jobim e Pixinguinha.


Este será o quarto concerto do grupo recém-formado. A OSB Jovem renasce como orquestra social plural e diversa, que tem por princípio o desenvolvimento e o fortalecimento da diversidade, da equidade e da inclusão por meio da música, a fim de fomentar nos alunos e professores uma consciência social e o senso de comunidade. Os integrantes foram selecionados por meio de um processo que levou em consideração critérios específicos como renda familiar, gênero e autodeclaração de raça.


O Quinteto para metais Op, 5, em Si bemol menor, do russo Victor Ewald, foi composto na década de 1890 e é uma das mais expressivas composições do gênero escritas para tal formação. A peça, que abre este programa, é um exemplo fundamental da linguagem romântica do compositor, e se divide em três movimentos, dos quais ouviremos o terceiro: "Allegro moderato".


Em seguida, é a vez das cordas interpretarem as Cinco Miniaturas Brasileiras de Edmundo Villani-Côrtes, de 1978. Um dos principais compositores em atuação hoje, Villani-Côrtes é autor de um inventivo catálogo, que de forma original entrelaça a música de concerto e a música popular. Originalmente escritas para a formação de flauta doce e piano, as miniaturas que compõem este espetáculo são de esmerada concisão, mas articulam um poderoso efeito total, colocando em contiguidade diversos gêneros característicos brasileiros (como a toada, o choro e o baião).


O espetáculo segue com uma das obras mais icônicas de todos os tempos, a Sinfonia n° 5, em Dó menor, de Ludwig van Beethoven, da qual ouviremos o primeiro e o quarto movimentos. Impressionante vitalidade rítmica, poderoso senso dramático e uma arquitetura grandiosa são algumas das marcas fundamentais do primeiro movimento, cujo famoso motivo de quatro notas ressoa ao longo de toda a sinfonia. A sinfonia culmina em um jubiloso "Allegro", em dó maior, quarto movimento da obra.


O espetáculo se encerra com uma das obras mais icônicas de todos os tempos, a Sinfonia n° 5, em Dó menor, de Ludwig van Beethoven. Impressionante vitalidade rítmica, poderoso senso dramático e uma arquitetura grandiosa são algumas das marcas fundamentais do primeiro movimento, cujo famoso motivo de quatro notas ressoa ao longo de toda a sinfonia. O "Andante con moto" que se segue é uma série de calorosas variações no qual o pathos anterior cede lugar ao lirismo. Ao invés de um minueto e trio, Beethoven põe em cena um Scherzo como terceiro movimento; nele, a atmosfera densa do "Allegro con brio" inicial irrompe novamente, sobretudo por conta do retorno à tonalidade de Dó menor, mas após uma fantástica transição, as nuvens se dissipam, e a sinfonia culmina em um jubiloso "Allegro", em dó maior.



Com o retorno da OSB Jovem, a Orquestra Sinfônica Brasileira reafirma seu compromisso com a educação musical, presente em tantos outros projetos da instituição. O objetivo é apoiar a renovação do cenário musical do Brasil, oferecendo a estrutura necessária para uma experiência completa de formação de jovens músicos. Um espaço no qual eles poderão aperfeiçoar técnica instrumental, ampliar repertório e receber mentoria de alguns dos maiores músicos do país. Em sua retomada, a OSB Jovem conta com apresentação da Shell.



A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:


Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 83 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.




Sobre a Shell Brasil: Há 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.



PROGRAMA:


WOLFGANG AMADEUS MOZART - Quarteto nº14 em sol maior (1º movimento)


IGOR STRAVINSKY - Suíte nº 2 para pequena orquestra

I.Marcha

II.Valsa

III.Polca

IV.Galope


LUDWIG VAN BEETHOVEN - Sinfonia nº 5

I. Allegro con brio

II. Andante con moto

III. Allegro

IV. Allegro - presto


SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem

Dia 8 de outubro (domingo), às 11h

Local: Sala Cecília Meireles (R. da Lapa, 47 - Centro, Rio de Janeiro)

Ingressos na bilheteria da Sala Cecília Meireles e no site Eleven Tickets



MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:

Érica Avelar

erica.avelar@osb.com.br

(21) 98119-4559



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