• Orquestra Sinfônica Brasileira

Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta concerto inédito dia 26 de agosto

Com regência de Mariana Menezes, concerto contará com a soprano Marina Considera, a pianista Simone Leitão e o trompetista Jessé Sadoc como solistas convidados da OSB.




Obras de Jocy de Oliveira, Dmitri Shostakovich e Wolfgang Amadeus Mozart estão no programa do terceiro concerto da Série Clássica Brasileira, que será apresentado pela Orquestra Sinfônica Brasileira no dia 26 de agosto, às 20h. Na ocasião, a orquestra será regida pela maestrina Mariana Menezes e contará com Marina Considera, Simone Leitão e Jessé Sadoc como solistas convidados. A apresentação, que ainda não conta com a presença de público, foi pré-gravada na Sala Cecília Meireles e será veiculada nas páginas da OSB no Facebook e no Youtube.


Abrindo a apresentação, o público ouvirá “Who cares if she cries”, de Jocy de Oliveira, tendo Marina Considera como solista. A peça para soprano e orquestra de cordas foi uma encomenda da OSB e estreou em 2006. O título da obra é retirado da letra de uma melodia anônima do século XVI que se refere a Ofélia de Shakespeare. Jocy de Oliveira é pioneira de um trabalho multimídia no Brasil envolvendo música, teatro, textos, instalações, vídeo, cinema. Concebeu e dirigiu inúmeros vídeos, compôs, roteirizou e dirigiu suas nove óperas apresentadas em diferentes países e distribuídas em DVDs. Como compositora e pianista gravou 25 discos no Brasil e exterior.





Na sequência, a pianista Simone Leitão e o trompetista Jessé Sadoc se unem à OSB para execução do “Concerto para piano nº 1”, de Dmitri Shostakovich. A obra foi composta em 1933 e é, na verdade, um concerto para piano, trompete e orquestra de cordas. Possui colagens, citações e paródias musicais de canções populares alemãs e inglesas. Shostakovich é considerado um dos maiores compositores do século XX, com uma linguagem harmônica única e uma importância histórica devida aos seus anos de trabalho sob o poder de Stalin.





Poli estilista, desenvolveu uma voz híbrida, combinando uma variedade de diferentes técnicas musicais nas suas obras. Sua música é caracterizada por contrastes acentuados, elementos da tonalidade grotesca e ambivalente. Foi também fortemente pelo estilo neoclássico de Igor Stravinsky e pelo romantismo de Gustav Mahler, especialmente nas suas sinfonias.





Fechando o programa, a Orquestra Sinfônica Brasileira interpretará a Sinfonia nº 40, de Wolfgang Amadeus Mozart, também conhecida como “Grande Sinfonia”. A obra está estruturada em quatro movimentos, segundo o arranjo tradicional do período clássico estabelecido por Haydn: movimento rápido, movimento lento, minueto, movimento rápido. Mozart compôs 41 sinfonias e a nº 40 foi escrita em 1788, três anos antes de sua morte aos 35 anos de idade. Esta sinfonia inspirou Beethoven e Schubert, e está entre as obras de Mozart mais admiradas, executadas e gravadas.





SOBRE A MAESTRA MARIANA MENEZES

​Mariana Menezes é reconhecidamente uma das mais jovens maestras em destaque no atual cenário musical brasileiro, atuando no pódio de grandes orquestras: OSESP, Sinfônica de Heliópolis, Orquestra da Costa Atlântica (Portugal), Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica de João Pessoa, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro e Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz.


Mariana integrou a Primeira Edição da Academia de Regência da OSESP em 2016, onde trabalhou e regeu durante todo o ano sob a mentoria da Maestra Marin Alsop. Compõem sua formação musical e profissional vários cursos, masterclasses e oficinas com regentes de renome internacional, como Riccardo Muti, Colin Metters, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Neil Thomson. Em 2016, Mariana foi a única mulher selecionada na classe de regência do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. 


Natural de Uberaba (MG), Mariana formou-se em flauta transversal pelo Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi. É bacharel em música com habilitação em regência pela Universidade de Brasília, mestre em regência instrumental pela University of Manitoba (Canadá), e possui especialização em regência pela Academia de Regência da OSESP.


Desde 2016, Mariana é regente residente da Sociedade de Concertos de Brasília, colaborando com projetos, programação e produção musical da instituição. Além disso, Mariana atuou como professora de Regência na Universidade de Brasília em 2019 e gravou seu curso de regência em vídeo, que será lançado em breve na plataforma digital Musicalll. Em 2021, foi diretora artística da Comissão do Concurso Nacional do Luzerne Music Center.


SOBRE A SOPRANO MARINA CONSIDERA

​Marina Considera é Mestra pela UFRJ e formada em Bacharel em Canto pela UNIRIO. Sua estreia profissional se deu em 2006 na Ópera “A Carta”, sob regência de Henrique Morelembaum. Entre 2007 e 2010, foi integrante do Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecília, sob orientação de Renata Scotto, Anna Vandi e Cesare Scarton. Durante sua estadia em Roma, cantou no Auditorium parco dela Musica, na Fundação Tito Gobbi e no Teatro Stabile di Abruzzo.


Em 2012, nos Concertos FINEP- Rádio MEC, protagonizou “Norma” de Bellini, “Maria Tudor”, de Gomes, e “La Forza Del Destino”, de Verdi. Com a OSB – O&R, estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, recebendo elogios da crítica especializada. Desde então, vem cantando nas principais casas de ópera e música de concerto. Em 2013, foi Rossweisse na ópera “A Valquíria”, no TMRJ, e Rosália, na ópera “Jupyra”, no TMSP.


No ano de 2014, participou como solista na 9ª Sinfonia de Beethoven na Sala São Paulo; solou a Quarta Sinfonia de Mahler sob regência de John Neschling no TMSP, e foi o soprano solista em homenagem a Carlos Gomes, em Campos de Jordão, sob regência de Luiz Malheiro. Foi protagonista na ópera “Tosca”, em Porto Alegre, e na ópera “I Pagliacci” no TMSP.  Em 2015, protagonizou “Suor Angelica”, no Festival da Music Academy International, em Trentino (Itália), e interpretou a Condessa em “As Bodas de Fígaro”, no TMRJ. Em 2016, foi a Musetta em “La Bohème”, no TMRJ, e Ceci em “Il Guarany” no Palácio das Artes.


Em 2017, foi Donna Anna, no Theatro da Paz. Em 2018, solou com grande sucesso o Stabat Mater, de Rossini, à frente da OSB, e foi novamente Donna Anna sob regência de Claudio Cruz e direção de Mauro Wrona. Em 2019, foi solista em “Egmont”, de Beethoven, com a ORTHESP; Giulietta, em “Os Contos de Hoffmann”; e Tatyana em “Onegin”, de Tchaikovsky. Durante a quarentena, em 2020, foi solista no concerto virtual do Theatro São Pedro, e no concerto de encerramento do Festival de Ópera do Espírito Santo. Em 2021, foi solista do Theatro Municipal de São Paulo, sob regência de Jamil Maluf.


SOBRE A PIANISTA SIMONE LEITÃO

​Uma das maiores pianistas solistas brasileiras da atualidade, a mineira mantém uma agenda cheia de concertos em todo o mundo. Já se apresentou 4 vezes no lendário Carnegie Hall em Nova York. Grava pelo selo americano MSR Classics. Empreendedora cultural e social, é diretora artística e fundadora da Academia Jovem Concertante e da Semana de Música de Câmara do Rio.


Doutora em Piano e História da Música pela University of Miami, e mestre em piano pela Academia da Noruega. Foi aluna de Ivan Davis (discípulo de Horowitz) e Geir

Braaten. No Brasil estudou com Linda Bustani e Homero Magalhães.


SOBRE O TROMPETISTA JESSÉ SADOC

Jessé é trompetista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 1994. Anteriormente, foi trompetista da Orquestra Sinfônica Brasileira, onde ingressou com 14 anos de idade. Apareceu como solista com orquestras como a OSB, Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, Filarmônica de Los Angeles, Sinfônica de Moscou, entre outras pelo Brasil e exterior.


No âmbito da música de câmara, é integrante do Art Metal Quinteto, grupo de metais do qual faz parte desde 2009. É frequentemente convidado para ministrar oficinas e master classes em vários festivais de música pelo Brasil.


Tem presença frequente também no campo da música popular, como trompetista, arranjador e compositor, tendo participado de inúmeras gravações e shows com vários artistas da MPB, e na cena da Música Instrumental Brasileira. Seu cd solo, intitulado “O som de casa”, é inteiramente composto de músicas autorais, além uma parceria com o Mestre Marcos Valle, na música intitulada “Nordic sunset”.


PROGRAMA

Jocy de Oliveira – Who Cares if She Cries (Marina Considera, soprano)

Dmitri Shostakovich – Concerto para piano N°1 em Do menor, Op.35 (Simone

Leitão, piano; Jessé Sadoc, trompete)

I. Allegro moderato | II. Lento | III. Moderato - Allegro con brio

Wolfgang Amadeus Mozart – Sinfonia N°40 em Sol menor, KV550

I. Molto Allegro | II. Andante | III. Menuetto | IV. Allegro Assai


SERVIÇO

OSB - Série Clássica Brasileira III

Mariana Menezes, regência

Marina Considera, soprano

Simone Leitão, piano

Jessé Sadoc, trompete

Dia 26 de agosto de 2021 (quinta-feira), às 20h

Concerto pré-gravado, veiculado no Facebook e Youtube

facebook.com/orquestrasinfonicabrasileira

youtube.com/sinfonicabrasileira

Acesso gratuito


MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Érica Avelar

(21) 98119-4559 / 3596-7941

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